Protestos mostram sindicalismo selvagem

Sindicatos filiados à CUT são contra a reforma trabalhista - que vai gerar novos empregos - porque não querem perder associados e receitas.

Sindicatos filiados à CUT são contra a reforma trabalhista - que vai gerar novos empregos - porque não querem perder associados e receitas.

O PT volta às ruas. É contra a reforma da previdência, a reforma trabalhista e a reforma tributária. Petistas e aliados radicais de esquerda provocaram o maior desastre econômico de dois séculos e participaram do maior esquema de corrupção da história. Os mais de 12 milhões de trabalhadores dizem tudo sobre esta catástrofe econômica.

O novo governo conseguiu montar uma equipe econômica competente que já tirou o Brasil do fundo do poço, com 9% de recessão. Os sinais de reaquecimento da economia são reais em vários setores.

Provocar o caos no centro de Florianópolis para protestar contra a reforma previdenciária é mais uma entre tantas manifestações absurdas e inconsequentes. Produz efeitos contrários, irritando ainda mais a população com transtornos e prejuízos incalculáveis. O comércio vendeu menos na Capital e cidades onde ocorreram greves. Lideranças deste sindicalismo selvagem e jurássico não estão nem aí. Não querem saber se no fim do mês os pequenos empresários terão queda das vendas para pagar os mesmos salários, os impostos e os encargos sociais. E se lixam para a queda das receitas públicas, que reduzirão investimentos em obras e serviços e que, por sua vez, aumentarão o desemprego.

Os sindicatos filiados à CUT são contra a reforma trabalhista – que vai gerar novos empregos - porque não querem perder associados e receitas. Querem é manter a totalitária contribuição sindical obrigatória para continuar reinando.

O PT negou sua história com a assombrosa corrupção de seus líderes, hoje na cadeia. Levou uma surra eleitoral no Brasil.  E, ao invés de reconhecer os desvios éticos, pedir desculpas à nação, insiste nos erros.

Destruiu a economia. E agora luta contra a reconstrução.

Moacir Pereira
Diário Catarinense
16/03/2017