Superintendências da Caixa Econômica não serão fechadas em Santa Catarina

Anúncio foi feito pelo vice-presidente da instituição durante reunião com a bancada catarinense

Anúncio foi feito pelo vice-presidente da instituição durante reunião com a bancada catarinense


O Fórum Parlamentar Catarinense, coordenado pelo deputado Rogério Peninha (MDB), procurou a Caixa Econômica Federal para esclarecer a informação de que as superintendências de Blumenau, Joinville e Criciúma seriam fechadas. O vice-presidente da instituição, Paulo Henrique Ângelo, recebeu os parlamentares em Brasília nesta terça-feira (18).

A notícia da reestruturação da Caixa, com possível fechamento de unidades, foi divulgada em janeiro e preocupou os municípios. “Caso a notícia se confirmasse, haveria um grande prejuízo às cidades envolvidas, já que as prefeituras precisam das superintendências, especialmente na questão das obras públicas. Por isso, resolvemos intervir”, explica o coordenador do Fórum, deputado Peninha.

17 cidades catarinenses terão superintendências

Durante a reunião, o vice-presidente da Caixa esclareceu que as superintendências não serão fechadas. Pelo contrário, o número será ampliado em decorrência de uma reestruturação que pretende aproximar o cliente da instituição. As unidades de rede e varejo passarão de 5 para 19. Também serão criadas superintendências de governo e habitação, hoje inexistentes. Ainda, segundo Ângelo, não haverá demissões, apenas remanejamento de cargos. A quantidade de gerentes e assistentes também irá aumentar.

Os municípios com unidades de rede e varejo serão: Balneário Camboriú, Blumenau, Brusque, Criciúma, São José, Florianópolis, Itajaí, Jaraguá do Sul, Joinville, São Bento do Sul, Criciúma, Tubarão, Chapecó, Joaçaba, São Miguel do Oeste, Lages e Concórdia.

“Solicitamos que sejam incluídas superintendências em Rio do Sul, Campos Novos e Araranguá. Assim, todas as regiões do Estado seriam atendidas. O vice-presidente garantiu que vai analisar a viabilidade das estruturas”, afirma Peninha. Os parlamentares também cobraram para que o atendimento seja melhorado, tanto para o setor público, quanto privado e cidadãos em geral.